terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Material x Espiritual: dinheiro

Ontem à noite estava pensando na vida, "meditando", e cheguei a algumas conclusões interessantes...

Olhando toda a conjunção da minha vida, e percebendo que efetivamente nada está "fora do lugar", e que o meu nível vibracional atrai tudo o que está a minha volta, eu me perguntei a respeito do dinheiro, o por quê desse constante upNdown nas minhas finanças.
Aí me veio o pensamento: "Isso é pra você aprender a utilizar o dinheiro mais conscientemente".
Mas afinal, o que significa usar o dinheiro conscientemente?
É eu, independente de ter dinheiro ou não, fazer as coisas que eu quero verdadeiramente. Porque eu já me peguei diversas vezes comprando alguma coisa só porque eu tinha dinheiro na conta, e já que tem dinheiro, vamos fazer alguma coisa com ele!! hehe
Esta atitude é exatamente a que eu preciso e quero modificar, e sei que já estou aprendendo, principalmente agora que entendi que não é a simples questão de decidir mudar de vibração, mas principalmente a de expandir a consciência...

Agir conscientemente com o dinheiro não é uma atitude só relacionada ao dinheiro, é na verdade um agir conscientemente, puro e simplesmente. Afinal, nós não estamos na terra para aprender a lidar com o dinheiro per se, estamos aqui para expandir a consciência sobre nós mesmos. E tudo o mais, está incluso nisso.
Mas voltando ao exemplo do dinheiro, não é para se agir conscientemente apenas quando não se tem dinheiro, a lição se aplica também quando nós temos uma abundância. Supondo que eu ou você tenha R$50,000,00 na conta todo o mês, eu me imaginei quase enlouquecendo com tanto! Talvez eu fosse começar a gastar e comprar tudo o que eu preciso e nao preciso; e é exatamente isso que muitas pessoas fazem quando têm tanto dinheiro assim, e no fim elas descobrem que nao é o dinheiro que traz a felicidade...Entao a atitude "ideal"aqui é você estar com a atenção direcionada para você mesmo: "O que eu quero?", ou "o que seria bacana, útil, ter agora?".... "Eu gostaria de dar um presente pra uma amiga", "Eu gostaria de fazer uma doação"... ETC
E não: "Nossa, quanto dinheiro, vamos para o shopping pra ver o que eu posso comprar"...

Acredito que este seja o significado de equilibrar o Espiritual com o Material. É você ouvir primeiro a si mesmo, é você tomar suas escolhas por você, e não pelo dinheiro que você tem na conta, ou o que você não tem...

Teoricamente seria mais fácil a gente aprender esse equilíbrio quando temos dinheiro no banco Mas será mesmo?
Porque afinal, a gente sabe quão difícil é você querer fazer diversas coisas, e não poder pq vc não tem o dinheiro. Mas nesse caso a questão da vibração é realmente importante... Se você não toma conta da sua vibração, isto é, de como vc se sente com relação a vida (dinheiro, amor, trabalho, tudo), o círculo vicioso que atrai a falta de dinheiro pra vc vai continuar existindo...
Então vejamos bem, você está sem dinheiro agora, esta é também a sua vibração, se você ganha qualquer quantia de dinheiro é possível que a sua primeira reação seja "vamos aproveitar antes que o dinheiro acabe...", ou seja, você está agindo na vibração de falta. E aí é óbvio que logo o seu dinheiro vai acabar de novo, você tá sempre focado no dinheiro, no problema, na escassez, nas coisas que você quer mais não pode. A única forma mesmo de você sair disso é você ativar um olhar neutro sobre as coisas, sobre a situação em que está inserido.
Se está sem dindin, primeiramente, não se desespere. Não se apegue a isso, tudo pode mudar, mas só muda mesmo se você mudar a sua vibração, se vc não se apegar a escassez. Então preocupe-se com você mesmo! Com a sua vibração! É o que eu estou fazendo agora comigo mesma: procurando agir conscientemente, a partir das minhas verdadeiras vontades, e não me apegando ao sentimento de escassez...
De qualquer forma a vida é perfeita e me apegar a algum problema é deixar de ver a sincronicidade de tudo...

Ok, obrigada por ler... :)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Nota a respeito da Vibração




Se estamos vibrando em um certo nível, então a realidade externa se encaixa nesse nível.
Por isso, se se quer atingir um nível de abundância, é necessário viver na frequência dessa abundância.
Se eu vibro em uma frequência que diz que é necessário muito dinheiro para ir pra Suiça, então a minha realidade se encaixará nisso, pois será essa a vibração que eu deixarei entrar.

Minha intuição me diz que eu posso fica tranquila, pois a resposta/oportunidade virá, mas para isso eu preciso estar sintonizada com a energia/oportunidade que desejo receber; não com a preocupação de que "tudo pode dar errado".
A gente escolhe o que queremos vivenciar, e além de escolher externamente, nós escolhemos isso também, e principalmente, internamente.

"Situations don´t matter, only state of being matters!" [Bashar]

Por exemplo, se eu estou em uma vibração que aceite uma reação de ciúmes do parceiro, isso é como eu estivesse me permitindo, me submetendo a esta vibração. Mas se além de saber intelectualmente que o ciúmes não é aceitável, eu também DECIDIR isso com todo o meu ser, integralmente, sutilizando minha energia para um nível que só permita o amor incondicional de "entrar", então é só isso que eu poderei receber, pois qualquer outra vibração baterá com "a cara na porta".
Com relação às dívidas e à falta de dinheiro, isso só ocorre porque a gente se identifica coma vibração da escassez, da dívida. Nós interiormente consideramos essa vibração "aceitável". Então ela entra e se acomoda, nós nos incomodamos com ela, mas também nos acomodamos com ela. Se se quer efetivamente sair dessa vibração, é necessário então dar força à vibração de abundância, para que somente esta permaneça.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

É bom lembrar que: nosso consciente = 10% - nosso inconsciente = 90%


Bom, os dias na casa da minha vó, isto é, no meu retiro espiritual, chegaram ao fim. E o resultado, apesar de ser diferente do que eu achei que seria o ideal, é maravilhoso!
Bom, minha intenção quando fui pra lá, e como comentei já no último post, era de transformar todos os meus medos, angústias, entendê-los todos, e então, quando acabasse de fazer isso, eu estaria livre, e não sentiria mais necessidade de ficar triste ou angustiada com nada, pq "tudo" já estaria resolvido.
Hehe
Acontece que nos últimos dias desse retiro, depois de passar dias ótimos de muito autoconhecimento e crescimento e paz e cura, *alguma coisa* desencadeou uma confusão mental, e eu comecei a ficar triste, nervosa, angustiada. E além do sentimento original de tristeza e ainda sentia algo forte que era a incompreensão. "Como é que eu posso me sentir dessa forma depois de ter entendido perfeitamente como as coisas são, e que eu não preciso ter medo de nada?? COMO?? Por que??"
Pois bem, diversos acontecimentos sincrônicos que desencadearam essa sensação, que na verdade, eu já passei tantas vezes na minha vida. Quantas vezes eu chorei e senti que estava perdendo o meu chão... E vivia me perguntando "mas quando é que esse ciclo de up-and-down (altos e baixos) vai parar? Não aguento mais estar bem em um momento e ver que tudo faz sentido, e em outro, esquecer tudo e me afundar num abismo de escuridão!"
Da mesma forma que sincronicamente essa confusão foi desencadeada no fim do meu retiro, a solução, a compreensão para ela também veio...
Em um momento eu entendi que quando eu sentisse qualquer emoção caracterizada como "negativa" eu devia senti-la, movendo-se no meu corpo, sem julgar. E este "sem jugar" era exatamente o que eu nunca soube fazer, na minha cabeça eu achava que por já entender as razões pelas quais a tal emoção negativa nasceu e entender que não fazia sentido nenhum continuar com essas emoções, eu achava que automaticamente eu já deveria ter superado isso, mas aí a droga da emoção negativa sempre voltada, e eu não compreendia, e julgava, e me estressava ainda mais... Porém eu fui entendendo, através de conversas com uma querida amiga que tb está passando por exatamente esse processo e também através de uma palestra sobre desenvolvimento espiritual, que essas reações emocionais, de tristeza, raiva, etc, estão no nosso inconsciente e que não dá mesmo pra superá-las da noite pro dia, são muitas as "sombras" do nosso ser, muitas escondidas, e as vezes elas decidem aparecer...
Bom, o que eu finalmente compreendi é que eu não preciso mais fugir dessas sombras, entendi que entender que ela não faz sentido não é o mesmo que estar curada. Compreendi porém que mesmo que elas continuem voltando, a consciência e a compreensão espiritual vai certamente me ajudar, e de fato tem sempre me ajudado, a transcender essas sombras (mas não empurrá-las pra debaixo do tapete!). Agora eu não me "autorealizei", como talvez, confesso, estava esperando após terminar esse retiro, mas eu estou incrivelmente mais forte para passar por esses ciclos, por essa escuridão, não há problema em passar pela escuridão, e também não há outra forma de transcender se não assim. O alto e o baixo não são dois, ou melhor, são dois que formam a UNIDADE, The Oness of Life.
Vida, obrigada por esse aprendizado maravilhoso!!
E apenas para completar, a sensação que estou sentindo após ter descoberto isso, é de uma leveza, estou deixando o peso do julgamento e das (auto) expectativas para trás. Agora posso caminhar, e terão sombras no caminho, mas TODAS são bem vindas! pois todas são as que me ajudarão a crescer e a me encontrar.

Aqui, para tomar maior um post que já está enorme, hehe, um texto de OSHO que uma amiga (a que tb está passando por essa descoberta) me enviou ontem, e que tem absolutamente TUDO A VER com tudo isso que acabei de falar.
Obrigada a você também por estar lendo este post.
:)
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Há pessoas que se sentem fortes somente quando não estão vulneráveis, mas essa força éapenas uma fachada, uma camuflagem. E há pessoas que são vulneráveis, mas se sentem fortes.

Aqueles que se sentem fracos quando estão vulneráveis, não podem se sentir vulneráveis por muito tempo: mais cedo ou mais tarde essa fraqueza os deixará com tanto medo que eles se fecharão.

Assim, a abordagem correta é se sentir vulnerável e forte. Então, você poderápermanecer vulnerável, a cada dia sua força crescerá e você ficará corajoso o bastante para se tornar cada vez mais vulnerável.

A pessoa realmente valente está absolutamente aberta — esse é o critério da coragem. Somente o covarde está fechado, e a pessoa forte é tão forte como uma rocha e tão vulnerável como uma rosa. É um paradoxo, e tudo o que é real é paradoxal.

Lembre-se sempre: quando você sente algo paradoxal, não tente torná-lo consistente, porque essa consistência será falsa.

A realidade é sempre paradoxal: por um lado, você se sente vulnerável; por outro, se sente forte — isso significa que um momento da verdade chegou. Por um lado, você sente que nada sabe; por outro, sente que sabe tudo — um momento da verdade chegou.

Por um lado, você sempre sente um aspecto e por outro, o aspecto exatamente oposto. E quando você tem ambos os aspectos juntos, lembre-se sempre de quealgo verdadeiro está muito próximo.
Osho, em "Osho Todos os Dias — 365 Meditações Diárias"

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A Jornada começará AGORA!

Caramba!
uns 4 ou 5 meses desde que escrevi da última vez. Quanta coisa [aconteceu]!
Em primeiro lugar, encontrei o príncipe encantado, nada menos do que isso.
Bom, não vou contar tudo o que se passou nesses meus três meses de viagem à Europa (França, Itália e Suiça), mas posso contar que estou acordando para uma vida nova agora.
Eu disse há alguns posts, que o fim de um ciclo tinha terminado, e quando escrevi aquilo, mal sabia eu, que aquilo era o INICIO do FIM. Todo esse tempo que passei, na faculdade, com minha família e com todas as pessoas a minha volta, todo esse tempo eu via o mundo com uma perspectiva de quem se observa de fora, porém, sempre analisando o que os outros pensavam de mim, e da mesma forma, eu ia me julgando boa ou ruim, e sofria de nervoso por não conseguir ser boa o suficiente (principalmente para mim mesma).
Agora, eu finalmente compreendi que Hotelaria não é o caminho que quero seguir da minha vida. Ufa...
Certo, foram 2 anos e meio, que não estou jogando fora! Mas sim, estou deixando para traz, eu aprendi, aprendi que posso fazer muitas coisas, realmente não duvido do meu poder criativo e seja lá o que for mais relacionado ao mundo dos negócios, eu cheguei ao ponto de quase abrir uma empresa de consultoria com uma amiga para dar treinamentos, e até estava feliz com isso, mas a dúvida lá no fundo me battia, nào de que eu nào fosse capaz, mas a de nào ter certeza se isso era *exatamente* o que eu queria fazer. E não é! Existe sim valor em treinar pessoas para prestar um serviço de melhor qualidade em suas empresas (por exemplo ensinar garçons a fazerem um trabalho de melhor qualidade)... Sim, isso tem valor, é importante fazer um bom trabalho. MAS, quem disse que eu quero fazer esse trabalho? Eu nào quero treinar pessoas para efetuarem um melhor trabalho, eu quero ensinar as pessoas a "executarem" uma VIDA melhor... Não quero mais fazer outra coisa que não seja isso....Ou ao menos, que não esteja diretamente conectado com isso. Eu agora decidi ser feliz, e tudo o que eu fizer, estará de acordo com essa felicidade que eu sinto dentro de mim.
Logo, voltando ao que eu estava dizendo no inicio, antes eu estava enxergando minha vida de uma perspectiva que não era exatamente, a melhor. Agora eu estou trabalhando conscientemente para ativar o meu "olha interno". Ver as coisas de dentro, isto é, Eu Sou esta (uma pessoa feliz), Eu quero Isto (evoluir), então já nao pode existir pessoa que possa me deixar triste, só eu mesma posso me permitir isso. Eu estou tomando responsabilidade sobre minha vida.
Na verdade, este é um processo que está se dando agora, estou na casa da minha vó, consciente de que se eu não sair daqui com isso resolvido, eu não vou conseguir ser feliz em nada que eu fizer (felicidade está dentro, não fora). Então, eu estou aqui, com muito conforto, sem obrigação de fazer nada que não seja qualquer coisa que eu quiser...=)
E o que eu tenho feito mesmo é refletido bastante sobre tudo, sobre as situações que me ocorrem, sobre as interações sociais familiares que me incomodam, estou colocando um ponto final em tudo.
É verdade que estou em um momento suscetível a altos e baixos... As vezes me dá dúvida, e eu me desespero por alguns instantes, até lembrar novamente do que realmente importa...que tudo faz sentido.
[hmmmmm...o pão integral que está no forno está cheirando!!]
Mas então, agora o meu foco é esse, aprender a ser senhora da minha vida, Agora.
Fiz um mapa numerológico há algum tempo e ele estava dizendo mesmo que esta seria a época em que eu estaria terminando um ciclo (pois um novo começa um dia após meu aniversário, dia 14 de janeiro). Pois bem, é exatamente isso que está ocorrendo.

Depois do dia 14 eu voltarei aqui (talvez tb antes) para lhes contar o que aconteceu... Como eu estarei me sentindo by then.

Agradeço por terem (?) lido este texto, é um prazer dividir, mesmo que seja com apenas uma pessoa, com vc.... Uma boa noite ou dia!
até.



domingo, 6 de junho de 2010

Você diz que não acredito em múltiplas encarnações, porém, será que você vive como se essa fosse sua única oportunidade nesta terra?

Tenho 21 anos agora, e tenho alguns amigos que estou acompanhando o crescimento e desenvolvimento profissional. Inteligentes, criativos engraçados, humanos. Mas o que os move? às vezes parecem que estão estagnados, sem motivação para viver, para melhorar. Alguns se tornam adultos, trabalham, estudam, vivem uma vida medíocre. Não por não ganharem muito (exemplo), mas por pararam, ou estão se movendo muito devagar. Reclamam que as pessoas a sua volta são ignorantes, não entendem como não ganham bem; todos os dias poderiam ser o mesmo, mudando as circunstâncias, mas sempre o mesmo...
Mas e se ao refletir, chegássemos a conclusão de que a vida é apenas essa?
Será que ficaríamos esperando as oportunidades? Será que teríamos medo de tentar o novo? Será que ficaríamos tão apegados a familia?
Nós nascemos em um berço, e nos acostumamos a ele, e deixamos de fazer coisas pois não podemos abandonar os laços que foram criados!
na verdade, não faz diferença se existe uma ou múltiplas encarnações, ou melhor, não existe diferença em saber isso.
Eu estou indo viajar, é verdade, cansei mesmo de tudo a minha volta, cansei da forma como tenho encarado o mundo. Será que espero que as coisas vão se modificar quando estiver em outro lugar?
Não.
Eu quero modificar a forma como percebo o mundo, me desapegar dos meus medos, mas mais do que isso, que saber quem eu sou, quero encontrar minhas forças, dentro do meu ser. Quero tomar atitude. Na verdade, não sei o que me espera lá fora.
A perfeição do universo é um lembrete, lembrete de que não tenho o que temer. Mas não me refiro somente a viagem, me refiro à vida em geral, me refiro a cada atitude que tomar no meu dia.
Nessa teia da vida nós criamos adversários, criamos inimigos, criamos amantes, criamos tratos, criamos obrigações. Mas o que é uma "obrigação" em um universo de possibilidades?

domingo, 9 de maio de 2010

Mas afinal, o que eu quero da vida??

Será que eu largaria tudo pra morar no sítio da minha mãe?? (se ela ler isso irá pular de alegria e dizer "eu sabia!!);
Eu duvido mesmo que eu me torne uma grande executiva....mas ao mesmo tempo (às vezes), isso me parece um caminho possível de se tomar...
Por que essa dualidade na minha vida?? Eu amo projetos, mas trabalhar no hotel que trabalho atualmente por muito mais tempo seria um sufuco...aquilo não combina comigo....acho que não combina... Não quero ficar trabalhando com pessoas que não têm nada a ver sabe... Nada a ver comigo...

Vou viajar para fora do País daqui a um mes e meio, ficarei três meses porlá... Que alívio... sair do hotel, da faculdade, das pessoas todas....
O que será da minha vida?
Eu adoro pensar em plantar uma hortinha, flores... Mas só isso não rola! Quero fazer mais do que só plantar.... quero mover um pouco mais o mundo...

Bom, acabo de receber uma msg interna mandando eu ficar quieta e aguardar.....ok, assim farei então...

Obrigada.

Até a próxima

sábado, 1 de maio de 2010

Príncipe, Vc vem?

Sempre sonhei com meu príncipe. Atualmente sinto uma falta de alguém que não está comigo, um amor, nem sei explicar bem. Acontece que não sei se estou mesmo preparada pra dar o que eu quero receber, e imagino que seja por isso que eu esteja sozinha agora (já por 3 anos). Mas sinto uma certa aflição, ao mesmo tempo que entendo que devo ficar sozinha agora, tenho medo de "ter" que ficar sozinha pra sempre.
Também "sei" que esse medo deve ser logo descartado, porque não faz sentido ter medo se se acredita que o mundo é perfeito e que tudo o que ocorre é porque tem que acontecer. Ter medo é duvidar da vida.
Mas eu quero ter uma resposta, sei lá... Saber se um dia vou mesmo encontrar alguém, ou se é pra ficar sozinha forever mesmo... Engraçado, estava lendo Carlos Castaneda hoje (viagem a Ixtlan), uma parte que falava o seguinte: "Um homem de Conhecimento não se importa se a [situação..] é verdadeira ou falsa, ele simplesmente age. É impecável."
Algo assim...acho que isso meio que responde as minhas questões né, que não faz a menor diferença se eu vou encontrar um amor ou não, e que é melhor eu "sossegar o facho" e viver a minha vida independente disso!!!!

Mas ainda assim, peço por favor uma resposta!!!
To confusa.

sábado, 10 de abril de 2010

o ciclo


Finalizando um ciclo.
Sim, o meu momento é esse. O que eu vim buscando durante muito tempo (incluindos os primeiros posts desse blog) está para se concluir. Estou finalmente me encontrando, finalmente encontrando o tênue fio que separa quem eu sou verdadeiramente (e minha consciência disso) com o que as pessoas esperam que eu seja. Minha consciência de mim mesma cresce, fica mais forte, e ficará ainda mais forte!

Sim a minha própria felicdade, sim à minha independência! Sim à minha autoconsciência, autoconfiança. Sim à espontaneidade da alma! Sim à livre expressão de quem sou...

Não, eu não preciso namorar com ninguém, não eu não preciso ser perfeita, não eu não preciso saber todas as respostas, nem conhecer todos os lugares; nem entender de todos os processos, e nem ser rápida para compreender a lógica das coisas...

Sim, eu posso ser o que eu quero ser... Cantora (mesmo que desafinada...ou afinada também!), sensível, posso ser otimista, realista, amar o mundo! Posso amar a lógica do mundo! e eu amo!

Também posso dançar da forma que quiser (mas isso eu sempre fiz), posso gostar de eminem, ella fitzgerald, dream theater, green day.

Posso ter amigos de internet, posso ter romances platônicos, posso chorar, estudar, ir mal na prova...

Caramba, posso ser tanta coisa... Finalmente... As críticas maliciosas já não podem ultrapassar a barreira de quem eu sou, não mais! Isso tudo foi parte de um processo, longo, desafiador, doloroso também. Mas tudo vale a pena. Tudo vale a pena.

Obrigada

sábado, 3 de abril de 2010


O sentimento de desilusçao com as pessoas a minha volta me preencheu quase que por completo. Me fez chorar e ficar desesperada. Mas Sabia, dentro de mim, e ainda sei, que toda essa tempestada estava/está antecedendo um lindo dia de sol.

O que acontece é que cansei de ouvir as pessoas falando mal das outras por nada, cansei de me relacionar com pessoas sem rumo, fúteis....cansei da malícia que não faz parte de mim mas que me rodeia. E eu por não me encaixar nisso tudo sofria.

Em outubro passado estava participando de uma reunião em que uma moça falava o que ela sentia para cada um de nós presentes. E pra mim ela falou algo do tipo: "Você não está sozinha. Seni um sentimento de solidao quando te vi. Mas saiba que apesar de não parecer, você não está sozinha"... Enfim, ela falou mais do que isso, esse foi um resumo.

Na época eu até entendi, pq de fato, eu estava fechada com medo de me relacionar. Mas hoje eu entendo mais ainda, não completamente (entendido, porém não compreendido). Estou vendo que apesar de o mundo a minha volta ser contrário ao que sou, a verdade é que ainda tenho a mim mesma (e é claro que existem outras pessoas que longe, também são como eu). E eu sempre evitei confiar em mim mesma.

THE ANSWER LIES WITHIN
(Dream Theater)

Look around
Where do you belong
Don't be afraid
You're not the only one

Don't let the day go by
Don't let it end
Don't let a day go by in doubt
The answer lies within

Life is short
So learn from your mistakes
And stand behind
The choices that you make

Face each day
With both eyes open wide
And try to give
Don't keep it all inside

Don't let the day go by
Don't let it end
Don't let a day go by in doubt
The answer lies within

You've got the future on your side
You're gonna be fine now
I know whatever you decide
You're gonna shine

Don't let the day go by
Don't let it end
Don't let a day go by in doubt
You're ready to begin
Don't let a day go by in doubt
The answer lies within

segunda-feira, 22 de março de 2010

Minha tia e eu rezamos todas as noites uma bela oração de agradecimento... porém, ultimamente eu não consigo mais acompanhar... não com a alma...
Estou confusa...
Estou desestabilizada...
É uma pena que não estou conseguindo escrever mais nada de útil nesse blog...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O sentido da Vida



Eu sempre gostei de ler, me lembro que quando era mais nova (e falando nisso, já sou internacionalmente adulta, fiz 21 nesse mês) eu constatei, e fiz um feliz comentário para minha mãe: "Mãe, é incrível como autores de diferentes países, de diferentes reliogiões (ou às vezes, até mesmo sem religião definida) que provavelmente nunca ouviram falar um do outro, ou sim, podem escrever sobre a mesma coisa mas de formas diferentes!!" Minha constatação nesse momento era de que a vida fazia sentido!... E desde que percebi isso, mais e mais isso volta, e fica mais forte. Atualmente estou lendo um livro sobre finanças, (dois livros na verdade: "Os segredos de uma mente miolionária" e "Pai Rioco, Pai Pobre") e é muito interessante como ele nos mostra como somos ignorantes com relação ao dinheiro. Nos fala que somos guiados pelo medo e pelo desejo, ao invés de controlar o dinheiro que temos, ele é que nos controla. E dentro desse conceito ele menciona coisas que já ouvimos falar diversas vezes em diversos lugares: Estamos sendo iludidos pelas nossas emoções, ao invés de agir conscientemente com relação ao dinheiro, nós apenas re-agimos.

Isso não é familiar?
O filme matrix é bem claro quanto a essa questão, vivemos numa ilusão, e são poucos os que decidem acordar, eles sabem que precisam acordar, mas é dificil largar desse mundo... E a matrix é o mesmo que os indianos chamam de Maya (a ilusão da vida) que consiste no fato de agirmos sem consciência na nossa vida diária (e uma das possíveis traduções para Yoga é "agir conscientemente").

Então a vida é assim, se você não age de forma consciente, seja com drogas, seja com a alimentação, seja com sexo, seja com dinheiro, seja com qualquer coisa, a vida será como um ciclo que nunca acaba... Você faz sexo por impulso, e a vontade não vai acabar só porque você fez sexo; você ganha mais dinheiro no trabalho, e sua insatisfação não vai acabar porque você encontrará coisas mais caras para comprar e para desejar; você está carente, e sua carência não será suprida quando encontrar um novo namorado, logo, logo, você vai perceber que seu namorado/a não é como vc desejava que ele fosse, e se sentirá ainda mais carente, e encontrará outra pessoa e a situação se repete.

Enfim, é claro que há uma saída! (Graças a Deus! - rs, literalmente)
O primeiro passo mesmo é a percepção de nossa ignorância.
Eu, particularmente, sei que ainda sou escrava dos meus desejos, mas estou trabalhando em prol de minha liberdade. Porque essa vida que se repete me cansou! Cansei dessa infelicidade, que a gente acha q é felicidade às vezes, mas não é a verdadeira felicidade....sei que não.

Bom gente, era isso que queria falar hoje, faz tempo que não escrevo, aos meus queridos leitores habituès (Ivan, Diego, Alex, Bruno) um grande beijo! e a todos os outros também..hehe

Obrigada